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domingo, 29 de maio de 2011

Gincana de Genética.

As tarefas foram essas:
1. Entrevista com aluno de pós-graduação na área de genética e ou biologia molecular (patologia, histologia, imunologia relacionadas à biologia molecular e ou genética) em nível de mestrado e ou doutorado em qualquer parte do Brasil.
a. Entrar em contato por e-mail.
b. Enviar a entrevista.
c. Postar a entrevista no seu blog.
d. Focar a entrevista na pesquisa, identificando o campo de estudo em Genética em questão e a contribuição que possa vir da pesquisa.
e. Mínimo de 05 perguntas. Identificação do pesquisador e do instituto deve ser realizada independente das perguntas.
f. Recomendação – procurar professor Henrique Douglas e professor Magérbio para dicas de como entrar em contato com o entrevistado.
2. Passar um turno na APAE (pode ser em grupos de até 05 alunos).
a. Postar a experiência.
b. Entrar em contato com professor Flávio depois de formar a equipe para participar do projeto de extensão que permite a realização desta tarefa.
3. Ler 10 artigos de genética e fazer fichamento.
a. Postar os fichamentos.
b. Estudar no livro METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO como fazer um fichamento. Dica: autor MARCONIS E LAKATOS.
4. Escrever um artigo com 15 referências bibliográficas
a. mínimo de 10 artigos científicos, sendo ao menos dois destes em língua inglesa – pode usar tradutor Google.
b. Pode ser os artigos do tópico 3. Dica: site do Scielo.
c. Temas: genética (Periodontia; Endodontia; especialidades diversas)
5. Preparar um painel em junho divulgando o seu BLOG.
a. Exposição na Leão Sampaio.
6. Legendar um vídeo do youtube com tema de genética (mínimo de dois minutos).
a. Pedir ao professor de informática pra ensinar a legendar vídeos do youtube (pode-se usar o software WINDOWS MOVIE MARKER).
7. Montar uma molécula de DNA (mínimo de 30 pares de base) em modelo tridimensional
a. Usar criatividade – não tem um padrão específico. Apenas obedecer as informações sobre estrutura do DNA.
b. Cada aluno pode usar material diverso. Pode ser fios metálicos. Isopor. Borracha. Elástico. Ou outro material. Mas deve ser em dimensões grande (algo como 1 metro).
c. Dica: o trabalho é individual, mas pode ser alcançado em equipe.

d. DICA LEGAL: Utilizar garrafa Pet. Fazer os átomos com as partes que tem a tampinha. Com 4, 3, 2 e 1 tampinha para representar por exemplo carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio, por exemplo. BEM ECOLÓGICO.
8. Fazer uma marca texto (marca página) – sobre um aspecto da genética – 10 cópias (pode ser o tema do seu primeiro painel).
a. Entrar em contato com o professor João Marcos para perguntar sobre o trabalho que ele realizou com as turmas dele.
9. Divulgar no seu blog o trabalho do tópico 2 ou do tópico 6 de ao menos 10 colegas
a. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Ao menos 01 colega de cada uma das turmas.
10. Ter seu trabalho do tópico 6 divulgado por ao menos 04 colegas em seus blogs.
a. Entregar pro professor a relação das postagens, para que possa ser verificado.

Visita a APAE - item 2




Nesta Segunda-Feira, a minha sala 105.1 foi fazer uma visita a APAE  de Juazeiro Do Norte –CE. Fundada em 25 de Abril de 1971,pela Senhora Maria Zuila Silva Moraes, impulsionada pelo desejo de ajudar seu  filho com síndrome de Down,não mediu esforços na sua luta até conseguir fundar a APAE deste minícipio. Conhecemos toda a estrutura, a coordenação(liderada pela Vanda) as pessoas que freqüentam e recebem assistência de lá.

Com uma equipe multidisciplinar composta pelos setores de: Assistência Social, psicologia, fonoaudiologia,Terapia Ocupacional, Fisioterapia etc.Com atendimento a pessoas com Síndrome de Down, Síndrome do Frágil-x ,Sindrome de Moebius,Autismo e outros.

Deparamos com pessoas verdadeiras,carinhosas e com  muita vontade de fazer novas amizades,dava para ver nos olhos de cada pessoa,um brilho de felicidade que não tem explicação.É  incrível a dedicação  daquelas pessoas as atividades que realizam como: Dança,Pinturas,Cantos,Teatros etc.


A presença da truma de odontologia foi muito legal para eles,mas ainda emocionante para nós, por que vimos o quanto aquelas pessoas são felizes, e isso foi uma lição para todos nós, pois  mesmo eles sendo deficiêntes , não impede de serem alegres.
 
Para nós não foi um simples  trabalho da faculdade, e sim uma lição de vida que jamais vamos esquecer.Você precisa sentir a mesma sensação e ver o quanto é gostoso a felicidade dessas pessoas deficiêntes que se encontram na APAE.


Amei a visita,uma experiência espetacular !!!!

1º Fichamento-Gincana de genética - ITEM 3


Detecção de DNA de Leishmania braziliensis em pacientes de leishmaniose tegumentar americana
Rev. Saúde Pública vol.44 no.3 São Paulo jun. 2010 Epub 30-Abr-2010


  Foi realizado diagnóstico para leishmaniose tegumentar americana a partir de sangue de pacientes residentes em dois municípios endêmicos do estado de   Pernambuco. O DNA de 119 amostras de sangue foi extraído e submetido a reação em cadeia da polimerase.

  Utilizaram-se primers do minicírculo do DNA do cinetoplasto (kdna) de Leishmania braziliensis, circulante em Pernambuco, cuja seqüência-alvo gera um fragmento de 750 pares de bases.

  No total 58 (48,7%) indivíduos apresentaram amplificação positiva e 61 (51,3%) negativa. Das amostras positivas para a PCR, 37 ( 64%) pertenciam a indivíduos tratados e sem lesão. Conclui-se que a técnica de PCR é eficaz para identificar o DNA de leishmânia em material de biópsias e em sangue venoso.

2º Fichamento-Gincana de genética - ITEM 3


Uso de serviços odontológicos por pacientes com síndrome de Down
Rev. Saúde Pública v.42 n.4 São Paulo ago. 2008


Tendo como perspectiva a prática da integralidade, o objetivo do estudo foi analisar os fatores relacionados à atenção odontológica recebida por crianças e adolescentes com síndrome de Down.

Foi realizado um estudo transversal com 112 pares de mães com filhos sindrômicos de 3 a 18 anos, recrutados em ambulatório de genética de um hospital público, sem atendimento odontológico local, no Rio de Janeiro (RJ), 2006. Os dados foram coletados por meio de um questionário aplicado às mães e do exame bucal dos filhos. Para análise dos dados utilizou-se a regressão logística múltipla. Analisou-se a "atenção odontológica da criança ou adolescente com síndrome de Down", em função de características demográficas, socioeconômicas e comportamentais.

A maioria dos sindrômicos (79,5%) já tinha ido pelo menos uma vez ao dentista (IC 90%: 72,3; 87,8). A experiência odontológica das crianças foi associada às variáveis: mães que afirmaram receber orientação de algum profissional, que assiste seu filho, para que o levasse ao dentista (OR=6,1 [2,5; 15,1]), crianças/adolescentes com história prévia de cirurgia (OR=2,5 [0,9; 7,1]) e idade entre 12 e 18 anos (OR=13,1 [2,0; 86,9]).
A atenção odontológica recebida pelas crianças e adolescentes com síndrome de Down foi relacionada à orientação dos profissionais de saúde que os assistem, caracterizando um atendimento integral por parte da equipe de saúde.

3º Fichamento-Gincana de genética - ITEM 3


Prevalência, fatores de risco e genótipos da hepatite C entre usuários de drogas.
Rev. Saúde Pública vol.43  supl.1 São Paulo ago. 2009


Estudo realizado com 691 usuários de drogas de 26 centros de tratamento de uso de drogas filantrópicos, particulares e públicos de Goiânia e Campo Grande, entre 2005 e 2006.

Dados sócio demográfico e fatores de risco para infecção pelo HCV foram obtidos por meio de entrevistas.

Amostras sanguíneas foram testadas para a detecção de anticorpos para o HCV.

Os resultados mostram uma prevalência elevada da infecção e do subtipo 1a do HCV em usuários de drogas, sendo o uso injetável de drogas o principal fator de risco para essa infecção.